A retinopatia diabética é uma complicação ocular do diabetes que afeta os vasos da retina. È a segunda causa de cegueira em adultos no Brasil. Os principais fatores de risco estão relacionados à duração do diabetes, ao grau de controle glicêmico, aos níveis de pressão arterial, à existência de doenças renal e predisposição genética.
O diagnóstico da retinopatia diabética é feito através do exame de mapeamento da retina.
O tratamento é realizado através da fotocoagulação a laser de retina e controle rigoroso dos níveis de glicose. A fotocoagulação, no caso da retinopatia diabética tem a função de tratar e prevenir a progressão da doença na retina podendo melhorar ou não a acuidade visual. São necessárias uma ou várias sessões a critério do aftalmologista, com duração aproximadamente de 50 minutos incluindo a dilatação pupilar.
A realização de angiofluresceinografia antes e após o tratamento poderá ser útil para o controle das lesões.
As complicações da fotocoagulação estão relacionados à piora da visão nos primeiros dias, à redução do campo visual e à manchas escurecidas ( escotomas) na área central que dependem da localização e extensão do tratamento.
Como há a necessidade de dilatação pupilar, para a realização do exame recomenda-se que o paciente seja acompanhado por amigos ou familiares.